
terça-feira, julho 5
domingo, julho 3
sábado, maio 7
terça-feira, maio 3
segunda-feira, maio 2
domingo, maio 1
sexta-feira, abril 29
quarta-feira, abril 27
sábado, abril 23
L'Inconnue de la Seine

Esta célebre máscara mortuária pertence a uma rapariga que cometeu suicídio ao saltar para o rio Sena em finais do séc. XIX. A sua identidade nunca foi revelada, mas um patologista a trabalhar na morgue de Paris, tendo ficado impressionado com a beleza da jovem, resolveu criar uma reprodução em gesso do seu rosto. Mais tarde surgiram várias cópias desta máscara, o que resultou na difusão do "mito" por toda a Europa. Esta mesma difusão iria despertar o interesse de uma certa elite ligada às belas-artes e à literatura no início do séc. XX. Assim, autores como Rainer Maria Rilke, entre outros, acabariam por reflectir sua paixão pelo caso.
quinta-feira, abril 21
quinta-feira, abril 14
quarta-feira, abril 13
segunda-feira, abril 11
domingo, abril 10
«A boemia degradada que Jules Berry encarna é a causa de todas as infelicidades que oprimem o honesto operário metalúrgico Jean Gabin. Mas este proletário pensa e fala como um frequentador dos cafés literários. »(Georges Sadoul, histórias do Cinema)
É um realizador considerado puramente técnico. Vê a realização como um trabalho manual.
ps: assim, que conseguires, gostaria que colocasses aqui a lista de filmes que me enviaste. Seria mais simples de consultar.
quarta-feira, março 16
domingo, março 13
sexta-feira, fevereiro 18
sábado, fevereiro 12
quarta-feira, fevereiro 9
sábado, fevereiro 5
"preferia que não me desse
para te escrever.
mas assim o faço:
perdi-lhe o jeito mas
não os dedos.
agora que te afastas do cais
reparo da direcção
do vôo dos pássaros,
no sopro dos frutos,
na cor dos joelhos,
nos hábitos estivais.
dou por mim
a saber das coisas,
como se,
agora que te afastas,
lhes descobrisse as dimensões.
fiz-te transportar
no meu útero.
foi nos meus interiores
que te viste crescer - que me
deixei seduzir pelo paradoxal destino das aves.
e eu espero o teu regresso
à nossa Ítaca, e que na tua volta
voltes ciente de que te amo
como nem os Deuses souberam amar "
para te escrever.
mas assim o faço:
perdi-lhe o jeito mas
não os dedos.
agora que te afastas do cais
reparo da direcção
do vôo dos pássaros,
no sopro dos frutos,
na cor dos joelhos,
nos hábitos estivais.
dou por mim
a saber das coisas,
como se,
agora que te afastas,
lhes descobrisse as dimensões.
fiz-te transportar
no meu útero.
foi nos meus interiores
que te viste crescer - que me
deixei seduzir pelo paradoxal destino das aves.
e eu espero o teu regresso
à nossa Ítaca, e que na tua volta
voltes ciente de que te amo
como nem os Deuses souberam amar "
quarta-feira, fevereiro 2
Subscrever:
Mensagens (Atom)
















































